Vejam: Eu andei pelas vilas, apontei as saídas como o Pai me pediu! Portas eu cheguei para abri-las, eu curei as feridas como nunca se viu!Vejam: Fiz de novo a leitura das raízes da vida, que meu Pai vê melhor! Luzes acendi com brandura, para a ovelha perdida não medi meu suor!
Vejam: Procurei bem aqueles que ninguém procurava e falei de meu Pai! Pobres, a esperança que é deles eu não quis ver "escravo" de um poder que retrai!
Vejam: Semeei consciência nos caminhos do povo, pois o Pai quer assim! Tramas, enfrentei prepotência dos que temem o novo, qual perigo sem fim!Vejam: Eu quebrei as algemas, levantei os caídos, do meu Pai fui as mãos! Laços, recusei os esquemas, Eu não quero oprimidos, quero um povo de irmãos!
Vejam: Do meu Pai a vontade eu cumpri passo a passo, foi pra isso que eu vim! Dores, enfrentei a maldade, mesmo frente ao fracasso eu mantive meu "sim"!Vejam, fui além das fronteiras, espalhei boa-nova: Todos filhos de Deus! Vida, não se deixe nas beiras, quem quiser maior prova venha ser um dos meus!
Por onde formos também nós que brilhe a tua luz! Fala, Senhor, na nossa voz, em nossa vida! Nosso caminho então conduz, queremos ser assim! Que o pão da vida nos revigore em nosso "sim"! "O cristão que une sua morte à de Jesus vê a morte como um caminho ao seu encontro e como uma entrada na Vida Eterna!” (Catecismo da Igreja Católica, 1020)
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